segunda-feira, 28 de junho de 2010

cabelos tingidos

Um grande desafio para quem tinge os cabelos, seja em casa ou no salão, é saber qual a tintura se adapta melhor a seus fios e promove a coloração correta, ou esperada, permitindo a manutenção da saúde dos cabelos e do couro cabeludo.

“É fato que tinturas podem causar danos aos fios e à pele do couro cabeludo quando não utilizadas de maneira adequada e, principalmente, quando são de qualidade duvidosa”, explica o dermatologista Ademir Jr., de São Paulo.

Os maiores riscos que envolvem estes produtos são os danos aos fios que podem ficar quebradiços, ressecados, porosos, sem maciez, elasticidade e brilho; dermatites de couro cabeludo que se manifestam com muita coceira, irritação, feridas e até mesmo dor. Além disso, também pode acontecer a queda de cabelos, situação menos frequente mas também associada ao uso dos agentes de coloração capilar.

Pessoas que tingem seus cabelos, ou retocam suas raízes com certa frequência, devem tomar cuidados especiais. “Diferentemente da pele o cabelo não se renova como um todo de forma rápida. A pele por exemplo, em sua camada mais superficial (epiderme), é completamente trocada em 20 a 30 dias. Um fio de cabelo, por outro lado, cresce em média um centímetro por mês”, diz Ademir Jr.

“Depois que foi lesado, o cabelo poderá ser completamente renovado meses ou anos depois da agressão a que foi exposto.”

Há procedimentos que visam melhorar a qualidade dos cabelos danificados e até mesmo reduzir o estrago. Hidratações, cauterizações e alguns outros métodos podem ser orientados e costumam promover um aspecto mais saudável aos cabelos danificados pelas químicas em geral. Ainda assim estes métodos não são capazes de corrigir os danos definitivamente e, sim, temporariamente.

Algumas formas de prevenir danos com o uso de tinturas é respeitando os cabelos da seguinte forma:

- Há fios que não suportam químicas sendo feitas em intervalos de tempo muito curto. A dica neste caso é que se façam testes em pequenas mechas de cabelo antes de expor todos os fios ao procedimento.

- Descolorações sempre danificam mais os cabelos do que as colorações que promovem escurecimento.

- Muitos problemas são causados por não serem seguidas as orientações do fabricante.

- Evitar misturar químicas ajuda a manter os cabelos mais fortes e saudáveis.

- Quando for retocar a cor dos cabelos, preferir fazer apenas nas raízes para não haver sobreposição de tinturas.

A importancia do sono


A IMPORTÂNCIA DO SONO E AS PRINCIPAIS INTERFERÊNCIAS


O que é o sono?

Sono é o nome dado ao repouso que fazemos em períodos de cerca de 8 horas em intervalos de cerca de 24 horas. Durante esse período nosso organismo realiza funções importantíssimas com consequências diretas à saúde como o fortalecimento do sistema imunológico, secreção e liberação de hormônios (hormônio do crescimento, insulina e outros), consolidação da memória, isso sem falar no relaxamento e descanso da musculatura.

Qual é a real importância do sono?

Passamos cerca de um terço de nossa vida dormindo. Dormir bem é essencial não apenas para ficar acordado no dia seguinte, mas, para manter-se saudável, melhorar a qualidade de vida e até aumentar a longevidade. Nosso desempenho físico e mental está diretamente ligado a uma boa noite de sono. O efeito de uma madrugada em claro é semelhante ao de uma embriaguez leve: a coordenação motora é prejudicada e a capacidade de raciocínio fica comprometida, ou seja, sem o merecido descanso o organismo deixa de cumprir uma série de tarefas importantíssimas. O que nos aconteceria se não dormíssemos?

Em estudo realizado pela Universidade de Chicago – EUA, onze pessoas com idades entre 18 e 27 anos foram impedidas de dormir mais de quatro horas durante seis dias. O efeito foi assustador. No final do período, o funcionamento do organismo delas era comparado ao de uma pessoa de 60 anos de idade. E os níveis de insulina eram semelhantes aos dos portadores de diabetes. Em pesquisas de laboratório, ratos usados como cobaias não agüentaram mais de dez dias sem dormir. A conseqüência: morte por infecção generalizada.

É verdade que crescemos enquanto dormimos ?

Sim, é verdade. Na infância, cerca de 90% do hormônio do crescimento é liberado durante o sono. Crianças que dormem mal têm mais chances de ter problemas no seu desenvolvimento físico. O hormônio do crescimento continua sendo liberado mesmo na fase adulta. Embora em doses menores, isso continua ocorrendo durante o sono. Em pessoas adultas ele evita a flacidez muscular e garante vigor físico. Quais são as principais interferências ao sono?

As interferências ao sono poderiam ser classificadas em externas e orgânicas. Como exemplos de interferências externas poderíamos citar os trabalhos noturnos ou turnos rotativos, os eventuais problemas com fusos horários (em casos de viagens), as pessoas chamadas de corujas (que possuem mais energia ao entardecer!) e as chamadas de cotovias (deitam-se muito cedo e dormem cada vez menos com o passar do tempo!). Para exemplificar interferências orgânicas podemos citar o ronco, a apnéia (freqüentemente associada ao ronco), a insônia, a narcolepsia (sonolência diurna excessiva), o bruxismo (ranger de dentes) a síndrome das pernas inquietas e outras. O ronco e o bruxismo, geralmente, incomodam mais quem dorme nas proximidades do que quem apresenta o quadro clínico.

O que é apnéia?

A apnéia é o fechamento (colabamento) da passagem de ar ao nível da garganta pelos próprios tecidos da mesma (por isso freqüentemente está associada ao ronco) com conseqüente parada da respiração. Esse fechamento pode demorar vários segundos e até mesmo causar a morte súbita! Quem possui essa disfunção nem sempre a percebe e apresenta noites com “dorme e acorda” que podem chegar a 300 vezes! Você é capaz de imaginar como a pessoa levanta no dia seguinte?

O ronco e a apnéia podem ser evitados? Algumas providências podem ser tomadas como desde um posicionamento correto na cama à eliminação do hábito de tomar bebidas alcoólicas antes de dormir. A perda de peso pode eliminar depósitos de gordura na região do pescoço que são prejudiciais à passagem de ar, mas, alguns casos persistem e necessitam de tratamento. O que pode ser feito nesses casos?

A abordagem tradicional dos casos de ronco e apnéia tem na cirurgia (uvulopalatofaringoplastia) o seu maior armamento. Contudo, a cirurgia não apresenta índice de sucesso satisfatório (cerca de 40%) e deixa sequelas permanentes. Atualmente, está disponível a opção pelo uso do DAR (dispositivo anti ronco) que é um aparelho odontológico usado apenas para dormir, pequeno e simples que pode ser levado para qualquer lugar e apresenta excelente índice de sucesso (cerca de 87%). Contudo, o aparelho possui contra indicações e um exame clínico inicial deve ser feito.

Veja algumas dicas para melhorar a qualidade do seu sono:
1. Antes de tudo, durma em um local confortável, fresco, escuro e silencioso. As alterações de ruído, de luz e de temperatura podem atrapalhar o sono;
2. Prepare-se para dormir. Crie seus próprios rituais como a meditação, o relaxamento, a oração ou outra técnica de controle da tensão. Anote em um caderno todos os seus problemas antes de dormir. Não vá para a cama com eles! Isso funciona como um santo remédio para muita gente;
3. Evite olhar o relógio a cada vez que acordar: este hábito pode piorar uma eventual noite de insônia;
4. Pratique exercícios regularmente, pois isso melhora as condições do organismo. Mas procure fazer ginástica até duas horas antes de se deitar;
5. Não durma com fome. Uma boa dica é beber um copo de leite morno antes de ir para a cama: o leite é rico em triptofano, que é um precursor da serotonina - substância envolvida no processo de sono;
6. Faça apenas refeições leves à noite. A partir dos 16 anos, a capacidade digestiva de nosso organismo começa a diminuir e uma digestão difícil atrapalha terrivelmente o sono;
7. Use a cama apenas para dormir, e não para ver televisão, ler ou jogar videogame, pois esses hábitos são desfavoráveis ao sono;
8. A melhor posição para dormir é de lado, com as pernas ligeiramente flexionadas e um travesseiro não muito alto apoiando o rosto. Não se esqueça de colocar uma almofada entre as pernas na altura dos joelhos. A densidade correta do colchão é fundamental!
9. Se estiver numa noite de insônia, não fique na cama forçando o sono. Levante-se, procure alguma atividade e só retorne quando sentir sono;
10. Cuidado com líqüidos antes e, até mesmo, durante a noite, pois a necessidade de urinar irá interromper a seqüência do seu sono.

Hidratar, hidratar, hidratar…


A hidratação da pele deve ser um cuidado ao longo do ano, mas quando chega o inverno é preciso reforçá-la. É nesta altura que a pele corre o risco acrescido de ficar seca e mantê-la hidratada é a palavra de ordem.
Afinal, as temperaturas no exterior descem convidando a um conjunto de comportamentos que, embora ajudem a manter o corpo quente, podem ser agressivos para a pele.
Por exemplo, contra o frio aumenta-se a temperatura dos espaços interiores, prolongam-se os banhos e com água mais quente, o que faz com que a pele acabe por se queixar. O uso de aquecedores seca o ar e a pele. A água quente quando em contacto prolongado com a pele, contribui para remover a camada de gordura que funciona como uma barreira natural contra a desidratação.
Alguns produtos de higiene corporal e de limpeza doméstica, são também demasiado agressivos para a pele, alterando as suas características e diminuindo as defesas naturais.
No entanto, não é só devido a hábitos incorrectos que a pele pode ficar seca, há também a influência da idade e do género. Com o envelhecimento, as glândulas sebáceas abrandam a actividade, o que seca a pele, sendo que a das mulheres é mais susceptível do que a dos homens.
Não há zonas do corpo a salvo, pelo contrário, o rosto e as mãos sofrem mais, pois estão mais expostos à variação de temperaturas: do frio para o calor e de novo para o frio.
A pele seca denuncia-se através de uma textura áspera, com vermelhidão e escamação, formando-se rugas finas que podem evoluir para fissuras. Causa desconforto e, nalguns casos, muito mais. A extrema secura pode ser uma porta aberta para outros problemas como inflamação ou mesmo infecções da pele.
É um risco desnecessário, pois é possível prevenir a desidratação da pele. Há gestos de conforto e saúde simples, mas vitais. Evitar banhos quentes e prolongados (um por dia, de preferência duche, com água morna e de apenas 15 minutos), usar produtos de higiene corporal suaves (as emulsões de limpeza são preferíveis aos sabonetes), limpar o corpo sem esfregar (o atrito da toalha remove a gordura natural da pele), são alguns exemplos de como prevenir a desidratação.
Depois do banho, deve-se aplicar um hidratante e, se a pele já der sinais de secura, o ideal é repetir a aplicação ao longo do dia. As mãos e pés também carecem de creme hidratante próprio, aplicado com generosidade e também, se possível, várias vezes. Os lábios devem ser protegidos com baton hidratante e devem ser ingeridos líquidos em abundância, principalmente a água, que é o melhor de todos, mas chás e infusões também são úteis e nos dias frios até sabem bem…

A hidratação da pele deve ser um cuidado ao longo do ano, mas quando chega o inverno é preciso reforçá-la. É nesta altura que a pele corre o risco acrescido de ficar seca e mantê-la hidratada é a palavra de ordem.

Afinal, as temperaturas no exterior descem convidando a um conjunto de comportamentos que, embora ajudem a manter o corpo quente, podem ser agressivos para a pele.

Por exemplo, contra o frio aumenta-se a temperatura dos espaços interiores, prolongam-se os banhos e com água mais quente, o que faz com que a pele acabe por se queixar. O uso de aquecedores seca o ar e a pele. A água quente quando em contacto prolongado com a pele, contribui para remover a camada de gordura que funciona como uma barreira natural contra adesidratação.


Alguns produtos de higiene corporal e de limpeza doméstica, são também demasiado agressivos para a pele, alterando as suas características e diminuindo as defesas naturais.

No entanto, não é só devido a hábitos incorrectos que a pele pode ficar seca, há também a influência da idade e do género. Com o envelhecimento, as glândulas sebáceas abrandam a actividade, o que seca a pele, sendo que a das mulheres é mais susceptível do que a dos homens.

Não há zonas do corpo a salvo, pelo contrário, o rosto e as mãos sofrem mais, pois estão mais expostos à variação de temperaturas: do frio para o calor e de novo para o frio.

hidrantante

A pele seca denuncia-se através de uma textura áspera, com vermelhidão e escamação, formando-se rugas finas que podem evoluir para fissuras. Causa desconforto e, nalguns casos, muito mais. A extrema secura pode ser uma porta aberta para outros problemas como inflamação ou mesmo infecções da pele.

É um risco desnecessário, pois é possível prevenir a desidratação da pele. Há gestos de conforto e saúde simples, mas vitais. Evitar banhos quentes e prolongados (um por dia, de preferência duche, com água morna e de apenas 15 minutos), usar produtos de higiene corporal suaves (as emulsões de limpeza são preferíveis aos sabonetes), limpar o corpo sem esfregar (o atrito da toalha remove a gordura natural da pele), são alguns exemplos de como prevenir a desidratação.

hidratacao

Depois do banho, deve-se aplicar um hidratante e, se a pele já der sinais de secura, o ideal é repetir a aplicação ao longo do dia. As mãos e pés também carecem de creme hidratante próprio, aplicado com generosidade e também, se possível, várias vezes. Os lábios devem ser protegidos com baton hidratante e devem ser ingeridos líquidos em abundância, principalmente a água, que é o melhor de todos, mas chás e infusões também são úteis e nos dias frios até sabem bem…